Prof. Dr. Sousa Médico cardiologista Há doenças que se anunciam com estardalhaço — dor, febre, falta de ar. Outras, no entanto, preferem o silêncio. Instalam-se sem pedir licença, avançam sem
Há um tempo invisível entre o sopro de uma tosse e o silêncio de um coração que falha. Um intervalo breve, quase imperceptível, onde a biologia decide destinos. É nesse
Há momentos na vida institucional que transcendem o protocolo. Não se trata apenas de uma solenidade, de discursos bem alinhados ou de homenagens cuidadosamente organizadas. Trata-se, sobretudo, de reconhecer quando
Em medicina, algumas verdades se con-solidam ao longo do tempo como verdadeiros faróis para orientar a prática clínica. Uma delas é a compreensão de que a doença car-diovascular não surge
Há órgãos que falam alto. O estômago reclama, a cabeça lateja, a articulação protesta. O coração, não. Ele trabalha em silêncio, disciplinado, quase discreto. Bate cerca de cem mil vezes
Há conquistas que não nascem de um gesto súbito, mas do acúmulo silencioso de esforços ao longo do tempo. São vitórias que amadurecem lentamente, como as árvores que crescem sem
A obesidade deixou de ser apenas uma questão estética há muito tempo. Reconhecida como doença crônica, complexa e multifatorial, ela se consolidou como um dos principais desafios de saúde pública
Há algumas décadas, quando falávamos em doenças cardiovasculares, nossos olhos se voltavam quase exclusivamente para as coronárias, para a pressão arterial, para o colesterol e para o eletrocardiograma. O coração